• Já pensou em ser um produtor de música eletrônica?

    Foto by djban.com

    Pensar em se enveredar na música eletrônica, na intenção de se tornar um DJ ou artista, requer muito mais do que apenas comprar ou baixar músicas. Os futuros DJs já levam em consideração que aprender a produzir é algo vital para quem quer ganhar destaque.

    Existe um grande leque de programas (softwares), direcionados à criação de musica eletrônica. Cada uma dessas ferramentas traz características particularidades, além de  formas de se chegar a um resultado final, que seria a idealização de uma música.

    Confira e aprenda os primeiros passos dos programas mais utilizados.

    Um dos programas utilizados para produzir música virtualmente é o Reason. Produzido pela Propellerhead, o software traz vários componentes em sua interface, instrumentos virtuais são interligados em um rack que possui mesa de som, drum machine, seqüenciadores, sampler, efeitos, entre outras ferramentas que tornam a produção muito prazerosa, através de programa inteligente.

    O Reason é o software que o produtor campo-grandense Wender A escolheu para produzir. A ferramenta proporcionou ao artista, a produção de muitos trabalhos fonográficos, alguns deles lançados em selos internacionais.

    Wender A

    “Depois que presenciei alguns top produtores como Claude Vonstroke, Dave Spoon, entre outros usando o Reason, resolvi seguir a mesma fórmula. Além de sua interface ser mais fácil, adquiri uma certa agilidade que me fez optar pelo programa”, relata o produtor que acaba de lançar uma faixa pela “D-edge Records” em parceria com o residente do Garage Rodrigo Novaes.

    Duo Attik - Hugo Dias & Thiago Almeida

    Adeptos do Fruit Loops ou FL Studio, o duo formado por Hugo Dias e Thiago Almeida começaram a produzir em 2006 quando ainda assinavam pelo nome de Major Pax. Hoje, os donos da Bleep Bloop Records são responsáveis por um dos projetos mais promissores de Mato Grosso, o Attik.

    “Já usamos Reason e Ableton Live, só que hoje em dia nos concentramos mesmo foi no FL Studio”, expõe Hugo.

    Para os produtores de “Suave” (música a qual o Attik divide parceria com LC Junior), a escolha do FL Studio se trata apenas de uma questão de adaptação.

    “Sentimos que muitos efeitos saem melhores no FL. Fora que editar, gravar, equalizar, nos parece muito mais fácil nele. O mixer do programa nos dá uma liberdade imensa, já que todo e qualquer canal nele pode ser usado como um “send“, e pra cada efeito existe um “dry/wet” que nos soa muito mais eficiente do que nos outros programas que já usamos”, finaliza sua explicação.

    Mateus B

    Um dos programas mais utilizados hoje em dia por DJs e produtores é o Ableton Live. Este software especificamente é uma ferramenta que pode ser usada tanto no palco, quanto em estúdio. O que diferencia o Live de outros programas é que ele possui duas interfaces, uma delas muito utilizada para a discotecagem ao vivo, como o próprio nome diz (Live).

    “Logo que foi apresentado para mim já sabia que seria a ferramenta que mais iria me interessar. Ao vivo o ableton cria possibilidades infinitas para a modificação das músicas em tempo real”, explica o professor da AIMEC, Mateus B.

    O DJ e produtor que integra o casting de professores da Academia Internacional de Música Eletrônica de Curitiba usa o Ableton Live tanto para produzir, quanto para suas performances ao vivo. Técnica que é repassada aos seus alunos na academia.

    Além do Ableton, Mateus B utiliza o CDJ junto ao computador, além de processador de efeitos e controladores (Pioneer EFX1000, iPad e Akai APC 40.

    “Gosto muito de transformar as faixas e mostrar versões diferentes de músicas conhecidas. O Live me permite reconstruir muita coisa ao vivo, explorando a criatividade e criando uma plataforma com muitos recursos garantindo  diversão”,  revela Mateus Basso.

    Fellini

    Outro talento mato-grossense adepto do Ableton é Anderson Fellini. O produtor que também é sócio do selo Bleep Bloop assim como LC Junior e Faraz, ganhou destaque após integrar a Netlabel Curitibana SOLIDALAB. Hoje é um dos ex-alunos da AIMEC que mais se destaca no cenário nacional. Fellini participa há dois anos consecutivos do Prêmio AIMEC AWARDS, concurso realizado pela instituição que se transformou em um dos maiores formadores de artistas da música eletrônica do país.

    “Optei pelo Ableton, pelas milhares de facilidades que encontrei na construção das faixas, desde o arrangement ‘a tela de pattern que é incrível. Posso fazer automação ao vivo, ao mesmo tempo que toco uma faixa, posso mesclar quantas faixas eu quiser ao mesmo tempo. Realmente o que me conquistou  no Ableton foi a tela pattern, amor a primeira vista”, confessa o artista apaixonado em produção.

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    Porto Alegre – RS

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